Acadêmicos da Faculdade Sapiens apresentam soluções inovadoras nas áreas de educação, negócios, logística e saúde

Acadêmicos da Faculdade Sapiens apresentam soluções inovadoras nas áreas de educação, negócios, logística e saúde

No último sábado (29), acadêmicos dos cursos do Núcleo de Negócios da Faculdade Sapiens – formado pelos cursos de Administração, Marketing, Comércio Exterior, Ciências Contábeis e Gestão de Recursos Humanos – apresentaram protótipos de startups (modelos de negócios) desenvolvidos por eles dentro do blox de Criatividade e Inovação.

Andrews Botelho, professor da disciplina, propôs que os alunos desenvolvessem um modelo de negócios a partir do conteúdo discutido em sala de aula, aliando os conhecimentos teóricos ao prático, de forma que fosse um produto ou serviço viável.

As apresentações foram realizadas no Sapiens Lab, com a presença de convidados das mais diversas áreas que atuam no mercado local, entre eles Alexandre Mori, da Agência de Desenvolvimento de Porto Velho; Augusto Pellucio, diretor executivo do Grupo Sapiens; Victor Hugo, coordenador de Saúde e Segurança do Sesi.

O primeiro projeto apresentado foi do App Sinov, uma plataforma pensada para ligar empresas a academia na busca de soluções inovadoras. Nela, o empresário pode cadastrar um determinado problema que a empresa enfrenta. Uma equipe de analistas avalia e encaminha a uma determinada instituição de ensino superior que trabalhe com a área a qual o problema está relacionado. A ideia é que em sala de aula, os acadêmicos discutam e encontrem uma solução pratica para a questão, conectando o mercado de trabalho a universidade efetivamente.

Outro App apresentado pelos alunos foi o Atleet, com o objetivo de auxiliar na formação de atletas de alto nível. Além de acompanhamento médico, nutricional e físico, o aplicativo também informa competições e testes, entre outros eventos esportivos, de acordo com a modalidade de interesse do atleta.

Aliator é um projeto criado também para auxiliar empresas na solução de problemas e desafios, com foco nos empreendimentos com dificuldade de se sustentar no mercado. Nela, o empresário conta com consultoria nas mais variadas áreas do negócio, entretanto, ao invés de pagar pelo serviço em dinheiro, a plataforma propõe o pagamento por meio de uma participação no negócio.

Para solucionar o problema de evasão no ensino superior, outro grupo apresentou a proposta da Intership, plataforma que conecta acadêmicos dos períodos iniciais com o mercado de trabalho, proporcionando que ele atue dentro da área que estuda.

O grupo observou que grande parte dos acadêmicos do ensino superior trabalha o dia inteiro e estuda a noite, sendo o cansaço e a impossibilidade de contato prático (estágio, por exemplo) com a área que ele estuda, causando desistência. A plataforma seria essa ponte que possibilitaria sua atuação na área escolhida, aliando prática e teoria, mantendo-o mais motivado e proporcionando a renda que custeará a mensalidade do curso que estuda.

A plataforma Gaia de Inteligência Artificial com a tecnologia Machine Learning foi pensada para facilitar o ensino de alunos com dificuldade de aprendizagem, integrando o conteúdo de sala de aula a atividades do dia a dia, de acordo com a rotina de cada aluno. A aprendizagem da máquina poderá ser aplicada, ainda, em outras áreas, como ciência, protocolo em hospitais, pesquisas etc.

O último modelo de negócio apresentado foi o App de logística que faz entregas de produtos por meio de carona. Motoristas parceiros se cadastram na plataforma e informam rota e disponibilidade de horário. Ele é acionado quando houver uma entrega que coincida com estas informações. Além de receber pelas entregas, o motorista cadastrado terá acesso a descontos em serviços e produtos para manutenção do veículo por meio de empresas parceiras.