Garçons contam experiências marcantes vividas na Governadoria e afirmam serem valorizados pelo governo de Rondônia

Garçons contam experiências marcantes vividas na Governadoria e afirmam serem valorizados pelo governo de Rondônia

De terno, gravata e sapatos impecáveis, eles transitam pelos andares do prédio Rio Pacaas Novos do Palácio Rio Madeira. Estão presentes em eventos onde decisões importantes para Rondônia são acertadas. Nivaldo Cidade Brito, 59 anos, Raimundo Leão, 64 anos, e Lourival dos Santos Vieira, 61 anos são servidores do governo de Rondônia há décadas e nesta data (28/10) que se comemora o Dia do Servidor Público demostram gratidão pelo trabalho.

Todos eles exercem a mesma função: são garçons encarregados de atender diretamente o governador de Rondônia, assim também como seus convidados como presidentes, ministros e embaixadores.  Nivaldo é o mais antigo no governo.  ‘‘Já são 31 anos de serviço público, vou completar 32 anos em 17 de dezembro’’, orgulha-se.

Começou na época do governador Ângelo Angelim para trabalhar na residência dele, mas foi no governo de Jerônimo Santana que passou para o gabinete. Antes de entrar para o governo, Nivaldo já era experimentado na função. Por dez anos foi garçom em um hotel. Mas no governo viveu experiências marcantes.
Ele conta com satisfação que já atendeu a autoridades ilustres como presidentes do Brasil a exemplo do José Sarney, Fernando Henrique Cardoso, Lula e Dilma Rousseff.  Com anos de prática, ele explica como tem que se comportar um garçom que atende ao chefe do Estado.

‘‘Temos que ser comprometidos, ser pontuais, educados. Temos que cumprimentar todas as pessoas. Não falar alto. Ser cego, mudo e surdo. Não devemos ficar comentado o que é discutido, estamos aqui para servir e atender bem a todas as pessoas’’, conta. Nivaldo é grato a cada governador que já teve oportunidade de trabalhar, mas afirma que Confúcio Moura tem um diferencial.
‘‘Nenhum governador durante todo esse tempo que eu tenho no governo tinha convidado garçom para reunião e ele fez isso. Chamou a gente no gabinete e disse na presença dos secretários de primeiro escalão que o que eles não soubessem era para perguntar para nós garçons, pois tínhamos muita coisa para ensinar para eles’’, revela emocionado sendo complementado pelo amigo e também garçom Raimundo. ‘‘Isso para nós é um honra e ele [o governador] é uma pessoa fora de série. Nunca reclamou de nada e sempre pergunta se está tudo bem conosco. Ele é muito humano’’, afirma Raimundo.

O convite para a reunião foi recebida com surpresa por Nivaldo. ‘‘Eu fiquei pensando o que será que teria acontecido para ele está chamando os garçons. Pensava que tinha derramado alguma água ou outra coisa, mas quando soubemos do que se tratava nos sentíamos valorizados’’, afirma Nivaldo. Ele também recorda que quando completou 30 anos no governo Confúcio o convidou para registrar em foto aquele momento.
Nivaldo foi quem apresentou a Raimundo a oportunidade de trabalhar no governo. Já são 30 anos no serviço público e ele revela que no início chegou a desacreditar que servisse para a profissão. Raimundo era pedreiro e a convite do colega começou a fazer alguns serviços de freelancer como garçom.

Em uma dessas ocasiões chegou a derrubar uma garrafa no chão, foi embora antes de concluir o serviço, pensou em nunca mais voltaria a trabalhar como garçom, mas com apoio e incentivo do amigo aceitou o convite para servir no governo e acabou gostando do que faz.

‘‘Era tudo diferente porque eu como pedreiro era acostumado a trabalhar com o povão e no governo é com a elite. Só serviço granfino’’, conta Raimundo. Observador e esforçado, ele aprendeu as artimanhas da profissão gradativamente. ‘‘Eu não fiz curso de garçom, aprendi na prática’’, revela. Raimundo parabeniza a boa gestão do governador Confúcio Moura à frente de Rondônia.
‘‘Teve governo que a gente passava três meses sem receber, quando íamos aos comércios e falávamos que éramos servidores públicos viravam as costas para nós. Hoje, graças a Deus e a esse governo que paga tudo certinho, o funcionário público é bem visto’’, considera Raimundo.

Outro que também demostra gratidão pelo serviço público é Lourival. Ele já era garçom em uma empresa privada, quando um amigo lhe mostrou a oportunidade de fazer parte do governo. Entre 80 pessoas, ele e mais um foram selecionados. ‘‘Na hora que recebi a notícia quase desmaiei’’, revela.

Já se passaram 13 anos desde então e ele conta que está satisfeito. ‘‘É público diferente que se reúne para discutir assuntos importantes, tem sempre gente nova, é um trabalho divertido’’, afirma. Lourival orgulha-se da atual gestão de Rondônia. ‘‘O governador tem feito muito pelo nosso Estado e nós só temos a agradecer’’, disse.

Lourival, Raimundo e Nivaldo assim como milhares de servidores públicos do governo de Rondônia têm dado grandes contribuições para o desenvolvimento do Estado que tem vencido os contratempos da economia, enxergado oportunidades e avançado com a valorização de sua gente.