Após indicação do presidente Alex Redano, Governo anuncia a retomada das cirurgias eletivas

Após indicação do presidente Alex Redano, Governo anuncia a retomada das cirurgias eletivas

Porto Velho, RO - O Governo do Estado anunciou a retomada das chamadas cirurgias eletivas, para reduzir uma grande fila de espera de pacientes que se acumula nesse período de pandemia do coronavírus. O anúncio ocorre após o presidente da Assembleia Legislativa, Alex Redano (Republicanos) apresentar indicação parlamentar ao Executivo, através da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), solicitando a volta desses procedimentos.

"Agradecer ao governador Marcos Rocha e ao secretário de Saúde, Fernando Máximo, por essa flexibilização que permitiu a retomada das cirurgias eletivas, que é uma preocupação nossa e uma cobrança de toda a sociedade e por isso apresentei a indicação e discuti esse assunto pessoalmente com o governador e o secretário", destacou Redano.

O governador disse que "é o momento da volta de alguma dessas eletivas, pois já há uma fila de espera muito grande e as pessoas podem ter agravamento em sua saúde. Com todos os cuidados, vamos autorizar essa retomada".

"Temos diminuído a taxa de ocupação d eleitos de UTI em Rondônia e reduzido o número de casos novos e ativos de covid-19. Tendo em vista a necessidade, com as filas de cirurgias cada vez maiores, com as pessoas padecendo de outros males, o governador Marcos Rocha se sensibilizou com a questão e com o pedido do presidente Alex Redano, levamos ao comitê que define a flexibilização do decreto e liberamos a volta de algumas cirurgias eletivas, de forma gradual", explicou Máximo.

Indicação

Redano apresentou a indicação, pedindo a volta das cirurgias eletivas, após se reunir com a presidente do Sindicato dos Médicos de Rondônia (Simero), Flávia Lenzi; o presidente do Sindicato dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Estado de Rondônia (Sindessero), Rafael Augusto, e com o cirurgião Rafael Brito, representando o Hospital 09 de Julho.

"Nessa reunião, fui informado de que, com a pandemia do coronavírus, as cirurgias eletivas foram suspensas, tanto na rede pública quanto na rede privada. Isso gerou uma fila de espera enorme e, em alguns casos, acabou tornando o que antes era uma simples cirurgia, num problema mais grave e complexo", destacou Redano.